GPT, Gemini e Claude são as três  empresas que disputam a liderança da inteligência artificial no presente momento. Todas têm um grande problema de memória. Conseguem trabalhar até um certo ponto. Depois disso se perdem e não sabem o que guardar e alucinam, o que não é desejável. Quando não acontece esse processo com naturalidade o que ocorre é apenas um processo de cópia, o que não leva a uma desejável criação.
Enquanto isso, políticos usam cada vez mais IA e as perspectivas são cada vez maiores de uso em eleições. O PT inundou as plataformas com peças que exploravam a  retórica de ricos contra pobres. A direita reagiu, respondendo com vídeos com a mesma tecnologia. Mensagens foram personalizadas em segundos, o que colocou isso à disposição de qualquer candidato. Antes a IA ajudava a escrever discursos, hoje pode criar imagens, vídeos e áudio. Hoje, pode mapear demandas do eleitorado. Equipes de comunicação são orientadas para que sigam caminhos cautelosos, com a valorização de caminhos democráticos.
É aconselhável que candidatos devem observar as resoluções do TSE, em áreas como análise de dados, organização de informações, monitoramento de redes e suporte à produção de conteúdo. Sem substituir a atuação humana nem a responsabilidade política das decisões.
O MDB, instado a se pronunciar a respeito, afirmou que manterá os seus compromissos éticos com a verdade e sempre que isso acontecer será esclarecido devidamente ao público, para que não pairem dúvidas a respeito.  Assim se faz aposta no que chamamos de superinteligência artificial,  percorrido com outros cuidados. E o Brasil já acordou para esse processo. A fabricante de computadores Dell produzirá máquinas voltadas ao desenvolvimento da IA. Serão fabricadas na sede de Hortolândia(SP), o que consideramos um avanço. Serão oferecidos servidores a preços competitivos.
Estudos indicam que a tecnologia levará inexoravelmente a produtividade, como é desejável. Haverá um grande progresso nos próximos dez anos, com o aperfeiçoamento de 18 mil tarefas.